segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

A importância da atividade física na velhice

     Todos sabemos que com o envelhecimento perdemos várias capacidades, como audição, olfato e visão.  Os idosos estão sempre indo ao médico para prevenir esses males, mas esquecem de cuidar dos músculos.
     Entre os 20 e os 80 anos temos uma perda entre 35% e 40%. Você acha pouco, então fique 2 meses sem treinar e retome os treinos com a mesma carga que parou, (sentirá a dificuldade).
     Mas com a musculação essa perda é bem menor, se manter ativo ajuda também na diminuição e prevenção da diabetes, do aumento do colesterol, equilíbrio, sem falar na prevenção do aumento de peso devido a menopausa e a falta de vontade que a andropausa causa.
     Falando em depressão, com a liberação da endorfina no pós exercício, seria menos um remédio para ser tomado pela manhã.
     Portanto, você que já treina, continue, e você que tem pais, avós, tios, vizinhos, etc sedentários, consulte um professor de Educação Física especializado no assunto e coloque todo mundo para malhar  



quarta-feira, 2 de março de 2011

Falta de ar ou dispnéia durante a atividade fisica


A dispnéia, ou falta de ar, é um sintoma no qual a pessoa tem dificuldade na respiração ou desconforto ao respirar. Dispnéia é um sintoma comum de várias desordens médicas. A falta de ar durante exaustão indica a dispnéia que ocorre durante atividade física, a qual é considerada medicamente normal.

Essa falta de ar ou dispnéia ao inicio da atividadeindica normalmente falta de preparo físico, portanto, aqueça bem (20 minutos no mínimo) antes de realizar qualquer atividade fisica, mesmo na musculação, onde os correrores tem um treinamento de resistência. apesar de ser com aparelhagem para ganho de massa muscular, fundistas precisam realizar treinamento com muitas repetições aumentando assim seu batimento cardiaco e por consequência elevando sua respiração por minuto, esse aumento pode levar ao aluno sentir dificuldade na respiração.

Após a competição o atleta tem uma queda na sua imunidade decorrente do esforço exigido durante a prova, isso pode levar a captação de uma leve gripe causando assim desconforto e leva falta de ar... caso isso ocorra, descanse para poder competir novamente.

abraço a todos e bons treinos

quarta-feira, 14 de julho de 2010


Glossário de treinamentos

Para quem olha de fora, a corrida pode parecer o simples movimento de sair de casa, percorrer alguns quilômetros e aproveitar todos os benefícios da atividade física. Entretanto, praticar este esporte vai muito além. Existem muitos treinos específicos para o desenvolvimento do atleta, amador ou profissional, como os intervalados, os longões, fartlek, subida e descida e regenerativo.

Desta forma, pode até parecer difícil escolher um apropriado para alcançar seus objetivos. Por isso, o O2 Por Minuto separou os principais treinamentos voltados para a corrida, suas especificidades e quando realizá-los.

Treinamento intervalado

O treinamento intervalado, também conhecido popularmente como treino de tiros, é um dos exercícios mais utilizados pelos corredores e também um dos mais cansativos. Com a meta de melhorar o desempenho do atleta nas provas, esse treino faz o corredor suar mais que o normal.

Ele consiste em uma corrida realizada em ritmo superior ao que o atleta está acostumado, aliada com intervalos já estabelecidos. Esse treinamento pode ajudar em muito o atleta aumentar sua velocidade habitual, expandir a capacidade muscular e cardiovascular, além de elevar, consequentemente, o VO2 Máx.

“O treino intervalado é um treinamento forte, no qual o corredor tem que dar o máximo de si. Depois de completar a distância estabelecida, há uma pausa um pouco maior, mas logo volta-se ao exercício”, explica Paulo Rennó, diretor técnico da Paulo Rennó Assessoria Esportiva.

Fartlek

Criado na década de 30, pelo treinador sueco Gösta Holmér, este treinamento é um dos mais usados e vantajosos até hoje. Vindo do sueco, Fartlek significa “brincadeira de correr”, tradução exata do treinamento em ação.

O fartlek não tem lugar definido, é um tipo de corrida que pode ser feita em qualquer terreno, seja ele asfalto, areia ou grama. Porém, nem tudo é brincadeira. As intensidades variam durante as passadas, ora forte ora baixa, melhorando a velocidade, o condicionamento, a força e a performance.

“No fartlek não tem nada de definido. O corredor pode correr a distância que quiser e aonde bem querer. A única regra a seguir é a intensidade das passadas”, afirma Enzo Amato, diretor técnico da Assessoria Esportiva que contém o seu nome.

Tempo Run

Muitas vezes confundido com os treinos intervalados, o foco do Tempo run é diferente dos outros treinamentos. Recomendável para atletas de intermediários e avançados, os tiros do tempo run são maiores e devem ser feitos no pace que o atleta deseja realizar a próxima prova.

Além de contribuir para a performance, esse treinamento também tem uma capacidade psicológica, que é estabelecer nova auto-estima para o corredor, que se sentirá mais confiante para a realização da prova.

“Esse exercício deve ser usado como parâmetro de avaliação de atletas, a partir do seu nível técnico, obtendo os resultados em médio a longo prazo. Os atletas saberão como será o ritmo da prova que disputarão”, frisa Sandro Figueiredo, diretor técnico do Treinamento Esportivo Sandro Performance.

Subidas e descidas

Além de seus fins para o desempenho, que ajudarão o atleta a correr melhor e mais rápido, o treinamento de subidas e descidas também contém fonte física e psicológica. “O condicionamento do atleta aumenta consideravelmente, além de aumentar sua segurança durante os treinos e provas”, afirma Rennó.

Correr na subida é importante para o desenvolvimento do atleta. Contudo, por ser um treinamento específico e desgastante, não deve ser praticado todos os dias, e sim uma vez por semana, com volume baixo, em pequenos tiros, com pausas.

Longão

Normalmente o último treino da semana, o longão é o exercício que tem a maior distância percorrida, já que no dia seguinte deve ocorrer uma folga ou um treino leve.

O longão é um treinamento mais lento, no qual enfrentar a distância é o maior objetivo e tem como o intuito a adaptação do corpo para a disputa de provas mais longas. Esse treinamento ensina a queimar corretamente a gordura corporal e aprender a poupar os estoques de glicogênio.

“O longão deve ser um treinamento cuidadoso, já que a velocidade do corredor não pode ser muito forte e nem muito baixa, pois assim o exercício não terá suas vantagens, que inclui a evolução muscular e cardiovascular”, afirma Amato.

Treinamento regenerativo

Na hora do descanso, para deixar o corpo novamente intacto, é mais válido o atleta não fazer nada ou correr? A resposta mais óbvia é a primeira, certo? Não é bem assim. O Treinamento regenerativo pode ser muito útil se feito de forma correta.

Este exercício é considerado um repouso ativo, ou seja, uma atividade de baixa intensidade ou caminhada, que auxilia na recuperação do corpo após um treinamento. Deve ser feito como forma de manter a atividade sem exagerar no treino.

“As maiores vantagens de aliar o treinamento regenerativo na planilha é o combate dele contra o ácido lático, que ajuda a combater as lesões musculares e na recuperação do sistema cardiovascular”, diz Paulo Rennó.

Por Maurício Belfante

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

viciado em atividade física?

Atividade física e transtornos alimentares

Vários estudos demonstram que a prática regular de exercício físico está relacionada a benefícios para a saúde. Por outro lado, a inatividade física e um estilo de vida sedentário estão relacionados a fatores de risco para o desenvolvimento ou agravamento de certas condições médicas. Descrevem os benefícios da atividade física como tratamento adjunto nos quadros depressivos e ansiosos, sugerindo que esta deva ser prescrita em associação às demais terapias nestes quadros. Considerações sobre algumas hipóteses dos mecanismos fisiológicos envolvidos na melhora do humor e sintomas ansiosos após a prática de exercício como a “hipótese da distração”, onde melhoras nos níveis de ansiedade/depressão seriam obtidas pelo fato do indivíduo distanciar-se de estímulos estressantes vitais durante a atividade física, não pela atividade física per se. Um segunda hipótese descrita é a das monoaminas, onde a prática continuada de exercício contribuiria para aumentar os níveis centrais de serotonina e noradrenalina, neurotransmissores reconhecidamente envolvidos nos transtornos afetivos e ansiosos. Por fim, a terceira hipótese e também a mais conhecida, envolve um aumento nos níveis de endorfina, um opióide endógeno implicado nos efeitos de bem-estar físico e psíquico descritos após prática de atividade física.

Em oposição aos aspectos positivos relacionados à prática racional e regular de exercício físico, uma série de estudos avaliou que muitos indivíduos podem praticar exercício de uma forma inadequada e excessiva, que passará então a causar prejuízos para a saúde do mesmo. Nestes estudos parece não haver um consenso entre os autores na denominação e classificação do fenômeno. Denominações como: adição à corrida, correr obrigatório, exercício mórbido, exercício compulsivo e dependência de exercício, são alguns dos termos usados para descrever o problema. Temos na literatura a triade da mulher atleta, mas esse artigo fica pra uma outra vez.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010


CORRIDAS DE RUA: NORMAS PARA 2010

São Paulo - As Normas da Confederação Brasileira de Atletismo para homologação de corridas de rua em 2010, baseadas na Regra 240 da IAAF, estão disponíveis na internet, a partir de hoje (23). Interessados podem consultar a íntegra das Normas no site "Corridas de Rua" da CBAt (http://www.cbat.org.br/corrida/default.asp).

A CBAt reconhece e homologa resultados das "Provas Nacionais - classe A 1 e Classe A 2". Já as "Provas Estaduais - classe B" são homologadas pelas Federações locais.

Os resultados das provas "A 1" e "A 2" compõem o Ranking Nacional de corridas de rua e são enviados à IAAF, para integrarem também a lista internacional. Em 2009, o último Permit foi concedido à tradicional São Silvestre (Permit 36/2009), em São Paulo. A primeira já autorizada para o ano que vem é a Corrida de Reis (Permit 01/2010), em Cuiabá.

Para obter o reconhecimento da prova e posterior homologação dos resultados, os organizadores devem cumprir as exigências do caderno de encargos. Uma delas é definir uma distância padrão (tipo 10 km, 15 km, maratona etc.). Outro ponto é escolher um percurso tradicional - Ex: travessia de ponte, volta em lagoa.

As distâncias dos respectivos percursos deverão ser confirmadas por um "medidor oficial" do quadro da CBAt. Caberá à entidade, após análise da documentação enviada pelo medidor, expedir o "Certificado de Medição", que tem validade de cinco anos. Os resultados serão homologados pela Confederação após a entrega do relatório do "delegado técnico".

Os organizadores das corridas obrigatoriamente devem oferecer água após a linha de chegada. As provas com distâncias a partir de 10 km devem comportar postos intermediários de fornecimento de água.

Serviço médico e convênio com hospitais ou clínicas para atendimento de casos de urgências são outras obrigações da organização. Da mesma forma que as providências junto ao poder público, observadas as leis do trânsito, para a liberação das vias utilizadas pelos competidores.

Ponto importante é a obrigatoriedade da realização de controle de doping. Nas provas da "classe A 1", pelo menos 10 atletas devem passar pelo controle, e nas corridas de "classe A 2", oito competidores, no mínimo, têm que ser controlados.

Entendendo as passadas na corrida


Entendendo as passadas na corrida

DESCRIÇÃO DA CORRIDA

A corrida é descrita como um movimento cíclico das fases de contato com o solo e oscilação sucessivamente. A força vertical desse movimento é absorvida pelos pés, pernas, coxas, pelve e coluna. Ela representa:

:: 2 vezes o seu peso corporal no trote e;
:: 4 vezes o seu peso corporal nas corridas de velocidade.

A base da corrida encontra-se nos pés que, além de absorver a maior parte do impacto, dão equilíbrio dinâmico ao resto do corpo, impulsionando-o para frente.

TIPOS DE PISADA

A maneira como o pé toca o calcanhar e "rola" pelo chão, até impulsionar o corpo com o auxílio dos dedos é o que diferencia os três tipos básicos de pisada.

a)
Pronadores: tendem a começar o movimento pela parte interna do calcanhar, apoiando-se na borda interna do pé e concentrando impulso na área do dedão. Geralmente pessoas com pé chato realizam este tipo de pisada e necessitam de tênis com estabilidade para correr.

b)
Supinadores: tendem a apoiar a parte externa do calcanhar com mais intensidade, seguindo o movimento pela borda externa do pé e concentrando o impulso nos últimos dedos. Ocorrem geralmente em quem tem pé cavado e necessitam de tênis com amortecimento para treinar.

c)
Neutros: a pisada começa no calcanhar, o pé percorre o solo de modo mais uniforme e o impulso é dado pelo apoio dos três primeiros dedos.


Analisando a atividade muscular, descobriu-se que durante a marcha os músculos utilizados realizam contrações excêntricas e resistem a uma força de estiramento (gravidade, momento). Este esquema foi considerado mais econômico do ponto de vista de gasto energético que a corrida.

Músculos ativados: dorsoflexores de tornozelo, gastrocnêmio e sóleo, quadríceps, Ísquio-tibiais , Glúteo máximo, flexores de quadril (observado: grácil, porção do adutor mágno, adutor longo, mas não ativa o reto femoral ) e ílio psoas (pouca atividade, mais para a fase de impulsão); abdutores (após o contato do calcanhar); adutores (início e fim da fase de apoio); eretores da espinha (quando toca o solo do mesmo lado da perna); reto abdominal; músculos dos pés (em geral e mais ativos em pessoas de pés chatos); deltóides posterior e médio, subescapular, grande dorsal , redondo maior (aumentavam sua ação de acordo com a velocidade da marcha).